Bruna

Não me lembro bem quando a conheci, provavelmente eu estava bêbado, minhas linhas ficam etílicas quando resolvo falar dela, quase sempre é assim. Seu nome é Bruna e não poderia ser outro, o meu “eu” feminino tinha que ser assim, tão eu. De fala grossa e toque leve ela se cria nas antíteses, alterna seus jeitos como a lua transita entre as fases, se a fala fica suave, o toque fica forte, vai na academia para compensar no chocolate mais tarde, come salada, mas pede coca, se acaba na batata frita e fica no suco light.

A Bruna não é de pedir, é de ordenar, o tipo de mulher barraqueira que só um cara tão forte quanto ela poderia aguentar. Ela é linda e não falo isso só por falar, ela atrai os olhares aonde for, uma mulher que impõe respeito e desejo. Seus shorts despertam coisas que ainda não eram conhecidas pelo homem. Seus olhos provocam desde arrepios até textos, sua voz deve é um perigo se dita ao pé do ouvido, ela é um perigo ao pé do ouvido.

Um par de olhos que fazem qualquer um se perder e um par de pernas que mais parecem tapas na cara. Ela é única porque se houvesse outra, o mundo explodiria. Ela causa ciúmes em namoradas e fins de relacionamentos, se assim quiser. É altamente recomendável não ser sua inimiga, também não seja amigo, os amigos são obrigados a olhar com desejo cada movimento friamente calculado por aquele corpo, as inimigas são vítimas dos movimentos. Implacável.

Ela odeia saltos altos, gosta de viver com os pés no chão, nunca fui muito sonhadora, só quer conhecer o mundo. Simples. Embora nunca tenha namorado ser solteira nunca foi problema, até porque ela nunca está sozinha. Ela gosta rock, pop, sertanejo e rap, seu gosto musical variado reflete seu histórico de apaixonites, loiros, morenos e se lembra de uma vez que ficou com um ruivo.

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Seu nome é Bruna. Não poderia ser outro 😉

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Bebe como gente grande e reclama como criança, não gosta de alface, mas come. Ela quer ser fitness, mas a cerveja impede, ela quer ficar sozinha, mas seu encanto a impede, ela não foi feita para ser sozinha. Ela não foi feita para namorar, ela foi feita para causar problema, brigas entre amigos, casais e amigas são comuns quando ela se aproxima. Foi expulsa da academia por provocar muitos acidentes, misteriosamente as anilhas caíam quando ela chegava.

Ela é um eterno desejo, ela é uma tentação. É nuvem passageira, chove e faz renascer toda as cores que haviam sumido, não dura muito tempo por não ter achado alguém que mereça sua chuva constante, ninguém que mereça ser inundado. Ela se chama Bruna e não ouse chamá-la de princesa, ela não quer ser princesa, não foi feita para príncipes encantados e histórias com felizes para sempre. Teste para cardíaco, ela para avenidas e corações e agora pediu para eu parar esse texto. Odeia quando as pessoas falam dela. Bruna.

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