Bela

Onde se esconde a alegria

Onde os dias estão mais quentes e suaves

Onde um abraço é um mar de alívio

Como se nada de mal lhe ocorresse, acontecimentos vazios estão distantes

É lá que mora a mais bela das paisagens

Ela, Bela, feliz como ninguém, vivendo como qualquer outro ser

Alheia a escuridão, monótona com relação a razão, radiante por opção

Um dia perguntei a Bela

“Como se alcança tamanha irreverência?”

A resposta era simples, boba

“Não deixe nunca de carregar consigo a sua eterna inocência”

E eu, de tão inocente, me senti feliz.

Lucas Fiorentino

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