Um calmante,
Afinada e calma,
Reflete a pureza da tua alma,
A voz dela abre o poema.

Inocente e meigo,
Amo quando ele sai meio encabulado,
Amo ele de todas as formas,
O seu sorriso dá graça a segunda.

Consegue o que quer comigo,
Provoca piedade em discussões
E poemas como esse,
O teu charme adocica a terceira.

Grandes e perigosas,
Feitas para matar,
Usadas como sua arma secreta,
As unhas garantiram a quarta.

Finas,
E nem por isso fracas,
Elas me fazem sonhar,
As pernas passearam pela quinta.

Traços leves,
Picasso deve ter desenhado,
Algum idiota deve ter rejeitado,
O rosto dela emoldurou a sexta.

Cheiroso,
Cheiro doce pros seus pais
E cítrico quando as portas fecham…
O pescoço nos encaminha pra oitava.

Duas licenças poéticas,
Porque caralho,
Como eles são lindos,
Seus olhos já enxergam o fim.

Seu último golpe,
Se sobrevivi à unha,
Morrerei nele.
Teu beijo me finaliza.

Sofia é poesia.

A sua voz entra como música no ouvido de qualquer um, principalmente se é dita bem pertinho dele, ela tenta manter uma aparência de durona, “sou fria” ela brinca, mas ela se esquenta toda se for envolvida com carinho, olho no olho derrete seu coração e vem cá? Você já viu o olho dela? É do caralho. Nunca foi de guardar rancor e tem um tendência a perdoar as coisas, seu coração mole não consegue ficar bravo com alguém por muito tempo.

O seu sorriso mostra a grandeza do seu ser, ela é pequenininha, mas se agiganta quando sorri, fica praticamente impossível não vê-la, certa vez eu juro que brilho dele ofuscou o do Sol. Confesso que não estava numa das minhas melhores tardes depois de algumas cervejas, mas eu juro que é verdade.

Sofia/Sophia hoje às 18:15 😁

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Tem um apreço especial por animais, teria um zoológico em casa se a sua mãe e o Ibama deixassem, mas talvez seja melhor ela não ter, mal consegue cuidar da sua unha, imagina de um zoológico. A única pessoa no mundo que resiste a cara de “pidona” que ela faz é sua mãe, ela já está calejada, se me pedisse eu daria até uma zebra pra ela.

Ela é ciumenta, tome cuidado quando for falar com as suas amigas e não ouse brincar com suas pelúcias, sente ciumes até dos seus bichos de pelúcia, mas não chega a ser algo doentio, é fofo, curado com um beijo na testa e meia horinha de atenção exclusiva. Acredite quando eu digo que essa meia hora passa voando.

O seu perfume doce transmite para fora o que ela guarda dentro de si, todo esse encanto, toda essa doçura que só ela tem pode ser sentida no seu perfume. Brinca com as unhas na sua nuca, gosta dessa coisa de contato, pele na pele, unha na pele, dente no lábio.

A Sophia é prosa

E as duas são arte.

Bruno Amador – clique para me conhecer melhor

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Bruno Amador